OFERTA FORMATIVA
Ref. 198ACD_02_2026 Inscrições abertas até 21-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_02_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 22-04-2026
Fim: 24-04-2026
Regime: Presencial
Local: AE Patrício Prazeres
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Enquadramento
Os Professores enfrentam desafios diários, como a sobrecarga de trabalho, exigências administrativas , , turmas heterogêneas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e estudos da OCDE indicam que o burnout entre professores tem aumentado, levando a impactos negativos na saúde mental e na qualidade do ensino. Portanto, desenvolver a resiliência torna-se essencial para garantir o bem-estar docente e a permanência na profissão.
Objetivos
A formação visa fortalecer a resiliência dos professores, promovendo uma compreensão aprofundada sobre o conceito e sua aplicação na docência. Busca-se proporcionar estratégias práticas para que os docentes desenvolvam recursos internos e externos que os ajudem a enfrentar desafios de forma mais equilibrada e sustentável.
Conteúdos
A resiliência como um processo dinâmico e construído ao longo do tempo O papel dos professores na construção da própria resiliência Modelo ABC Identificação de recursos internos (competências socioemocionais, autocuidado, propósito profissional, autorregulação emocional) e externos (apoio da comunidade escolar, colegas, redes de suporte e práticas institucionais que favorecem a resiliência). A comunicação não-violenta como enquanto ferramenta para a construção da resiliência
Metodologias
Presencial: Expositivo, interrogativo, demonstrativo (visualização de vídeos) e ativo (dinâmicas de grupo; exercícios promotores de resiliência).
Modelo
Frequência
Observações
Exclusivo para Docentes e Não Docentes do Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
Kalpna Kirtikumar
Patrícia Louro de Moraes Sarmento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres | Semear Valores | Centro de Formação Prof. João Soares
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 24-04-2026 (Sexta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
Ref. 338ACD_28_2026 Inscrições abertas até 22-04-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_28_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 23-04-2026
Fim: 30-04-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna
Formador
Teresa Alexandra Mendes Costa Pereira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna
Enquadramento
A aprendizagem da leitura é um processo que acompanha o ser humano ao longo de toda a sua vida. No contexto académico, o desenvolvimento de competências de leitura assume um caráter transversal a todas as áreas disciplinares e exige ensino explícito e sistemático. Ao longo do processo de aprendizagem da leitura, o aluno aprende a ler e lê para aprender, mas para conseguir atingir os seus objetivos de leitura, é importante que faça uma leitura fluente. Assim, nesta ação procura-se apresentar alguns pressupostos teóricos ligados a esta temática, como foco para as dimensões que integra, bem como partilhar estratégias e atividades de sala de aula que podem apoiar os alunos no desenvolvimento da fluência na leitura. A ação de curta duração apresenta as seguintes condições: a) A ação irá ser frequentada por professores e educadores e é direcionada para o exercício da atividade docente; b) Serão apresentados e explicitados pressupostos teóricos baseados em investigação recente sobre a temática abordada. c) A formadora possui o grau de mestre e doutor em educação.
Objetivos
- Caraterizar o conceito de fluência na leitura; - Apresentar pressupostos teóricos relacionados com o tema; - Refletir sobre a importância da fluência na leitura para o desenvolvimento de competências de leitura pelos alunos; - Apresentar propostas didáticas para implementar em sala de aula.
Conteúdos
- Fluência na leitura: precisão, velocidade e prosódia - Decifração e compreensão na leitura - Estratégias e atividades de sala de aula - Avaliação da fluência na leitura
Metodologias
A ação irá integrar momentos de exposição teórica, de reflexão e de partilha. Embora inclua a apresentação de investigação sobre o tema, terá como foco a partilha de atividades práticas, com vista ao desenvolvimento da fluência na leitura, bem como a reflexão dos docentes sobre a sua implementação em sala de aula.
Modelo
A avaliação será contínua e terá em conta a participação dos formandos, a realização das atividades práticas e a reflexão sobre a implementação das estratégias em sala de aula. No final da ação será realizado um questionário de satisfação online.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Formador
João António Heliodoro Garcia
Sónia Isabel Carvalhinho Henriques Pestana
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | DGESTE - DIREÇÃO DE SERVIÇOS ESCOLARES
Objetivos
Capacitar docentes e não docentes para a atuação correta, segura e responsável na administração de medicação de emergência a alunos com Necessidades Educativas Específicas, promovendo uma resposta eficaz em situações clínicas urgentes no contexto escolar.
Conteúdos
Estrutura da Formação (6 horas) Módulo teórico – Enquadramento e Fundamentos (3h) Conteúdos: Tipos de medicação S.O.S. em meio escolar (ex.: adrenalina, ansiolíticos, antiepiléticos, broncodilatadores, insulina, etc.) Aspetos legais, éticos e operacionais da administração de medicamentos por não profissionais de saúde Interpretação de um Plano Individual de Saúde (PIS): dados essenciais, protocolos de atuação e registos Comunicação com encarregados de educação e serviços de emergência médica Módulo prático – Aplicação Prática e Gestão de Emergências (3h) Atividades práticas: Simulação de situações críticas: crises epiléticas, anafilaxia, hipoglicemia Treino com dispositivos simuladores (ex.: canetas auto-injetoras de adrenalina, seringas doseadas, aerossóis, sondas de alimentação, dispositivos de aspiração de secreções, etc) Procedimentos pós-administração: registo, comunicação, acionamento do INEM Análise de casos reais e lições aprendidas
Observações
Docentes de todos os ciclos de ensino; assistentes operacionais e técnicos afetos ao apoio direto a alunos; elementos das equipas de emergência ou responsáveis por alunos com Plano Individual de Saúde.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
João António Heliodoro Garcia
Sónia Isabel Carvalhinho Henriques Pestana
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | DGESTE - Direção de Serviços Escolafres
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
Ref. 342ACD_30_2026 Inscrições Fechadas
Registo de acreditação: ACD_30_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 07-05-2026
Fim: 07-05-2026
Regime: Presencial
Local: Auditório Escola Secundária Padre António Vieira, AE Alvalade (Entrada pelo Bloco B. Rua Marquês de Soveral | 1749-063 Lisboa)
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | UNICEF
Conteúdos
Programa 9h00 – 09h30 Acreditação e Acolhimento 09h30 – 10h00 Sessão de abertura Dina Paulino, Diretora do AE Alvalade Beatriz Imperatori, Diretora Executiva da UNICEF Portugal 10h00 – 10h30 Keynote speaker: Relações que transformam a escola Américo Peças, Pedagogo 10h30 – 11h20 Debate: criar ambientes onde todas as crianças contam e aprendem Américo Peças, Pedagogo Paulo Bulhões, Docente Escola Profissional da Ribeira Grande, Açores Andreia Ribeiro, Associação de Pais de Paradinha Moderação: Joana Rato, Psicóloga da Educação doutorada em Ciências da Saúde, na especialidade de Neuropsicologia 11h20 – 11h40 Coffee Break 11h40 – 11h45 VOAR: Um ano a criar oportunidades 11h45 – 12h20 Saúde mental: o cuidado como base de ambientes educativos seguros Heloísa Dias, Psicóloga, ARS Algarve Carla Silva, Psicóloga Agrupamento de Escolas de Briteiros Cátia Vinagre, Assistente Social Agrupamento de Escolas do Fundão Moderação: Sónia Seixas, Psicóloga Educacional e Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Santarém 12h20 – 13h00 Escutar é incluir – a participação enquanto direito Dino D’Santiago Renato Cunha, Docente Agrupamento de Escolas D. João V Sendy Visi e o Dylan Fernandes, Grupo Consultivo Agrupamento de Escolas D. João V Moderação: Francisca Magano (14h30–17h00): dinâmicas pedagógicas sobre participação e escuta das crianças em contexto escolar.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 09:00 - 17:00 | 8:00 | Presencial |
Ref. 337ACD_27_2026 Inscrições abertas até 11-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_27_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 14-05-2026
Fim: 21-05-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna
Formador
Teresa Alexandra Mendes Costa Pereira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna
Enquadramento
A iniciação à leitura e a escrita integra um conjunto de estratégias e atividades que devem fazer parte da ação do professor. De forma a promover o desenvolvimento de competências de leitura, é importante a utilização de estratégias que integrem atividades de desenvolvimento da consciência fonológica, descoberta do princípio alfabético, decifração e compreensão. Nesta ação apresenta-se investigação relacionada com o tema, bem como exemplos de atividades e recursos que poderão ser utilizados em sala de aula. A ação de curta duração apresenta as seguintes condições: a) A ação irá ser frequentada por professores e educadores e é direcionada para o exercício da atividade docente; b) Serão apresentados e explicitados pressupostos teóricos baseados em investigação recente sobre a temática abordada. c) A formadora possui o grau de mestre e doutor em educação.
Objetivos
- Apresentar investigação sobre o processo de iniciação à leitura e à escrita. - Explicitar os conceitos relacionados com a temática. - Refletir sobre a importância do desenvolvimento da consciência fonológica e conhecimento do princípio alfabético para o desenvolvimento de competências de leitura pelos alunos; - Apresentar propostas didáticas para implementar em sala de aula.
Conteúdos
Fases de desenvolvimento da leitura - Comportamentos emergentes de literacia - Consciência fonológica - Princípio alfabético - Decifração - Compreensão - Educação literária - Estratégias e atividades de sala de aula
Metodologias
A ação integra uma componente teórica da análise de investigação sobre os vários conteúdos e a partilha de atividades práticas de partilha de estratégias de leitura para utilizar em sala de aula. Ao longo da ação, procura-se que os formandos reflitam sobre o desenvolvimento de competências de literacia e sobre o papel da educação literária na formação de leitores.
Modelo
A avaliação será contínua e terá em conta a participação dos formandos, a realização das atividades práticas e a reflexão sobre a implementação das estratégias em sala de aula. No final da ação será realizado um questionário de satisfação online.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:30 - 19:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares
Objetivos
Aprofundar o conhecimento e fomentar o desenvolvimento de práticas eficazes na construção e implementação do PIT Promover a melhor compreensão do seu enquadramento legal,
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Ref. 325ACD_18_2026 Inscrições abertas até 03-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-18-2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 09-07-2026
Fim: 09-07-2026
Regime: Presencial
Local: AE Lindley Cintra
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Fundação Cidade de Lisboa
Objetivos
Promover uma reflexão informada e multidisciplinar sobre o impacto do uso dos ecrãs no desenvolvimento de crianças e jovens. Através de contributos das áreas da saúde, educação, intervenção social e segurança, serão analisados os principais riscos associados à exposição excessiva aos ecrãs, bem como o papel da família e da comunidade educativa enquanto fatores de proteção. O seminário inclui ainda a apresentação de recursos e estratégias práticas de prevenção e intervenção, apoiando os docentes na promoção de um uso mais consciente, equilibrado e educativo das tecnologias digitais em contexto escolar.
INSCREVER-ME
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 3 horas; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 3 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores-alunos - 3 horas; 5. Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 3 horas; 6. Processos de recolha de informação - 3 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos de intervenção desenvolvidos no âmbito da oficina - 7 horas.
Metodologias
Presencial: Nas sessões presenciais os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática. Neste âmbito, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da análise de instrumentos e melhoria de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Fernandes, D. (2021). Para uma fundamentação e melhoria das práticas de avaliação pedagógica no âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para a Conceção e Elaboração do Projeto de Intervenção no Âmbito do Projeto MAIA. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Fernandes, D. (2021). Para um enquadramento da formação de professores. Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Machado, E. A. (2021). Feedback. Folha de apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.Wenger, E. (1998). Communities of practice: Learning, meaning, and identity. Cambridge University Press.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-05-2026 (Segunda-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 05-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 12-05-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
| 8 | 17-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:30 | 3:30 | Presencial |
Formador
Rita Mafalda Costa Francisco
Destinatários
Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Universidade Católica Portuguesa
Enquadramento
A docência é considerada uma profissão muito exigente (em termos cognitivos e emocionais) associada a elevados níveis de stress, relacionados com fatores diversos como a complexidade das interações humanas no contexto escolar (com alunos, colegas, encarregados de educação, etc.) ou pressões estruturais (e.g., sobrecarga de trabalho, excesso de tarefas administrativas e burocráticas). O stress ocupacional nestes contextos surge frequentemente, sendo um risco para a saúde mental dos professores – que apresentam elevados níveis de burnout, segundo estudos recentes –, para a qualidade das práticas educativas e, consequentemente, para o desempenho dos alunos e para o ambiente escolar. Assim, no sentido de reduzir o desequilíbrio entre as exigências e os recursos percebidos para lidar com as mesmas, torna-se fundamental reforçar competências que promovam o desenvolvimento pessoal, interpessoal e profissional docente, bem como a sua saúde e bem-estar geral (e.g., competências socioemocionais, estilos de vida saudáveis, estratégias de autocuidado). A literatura mais recente indica que intervenções estruturadas focadas nestas competências podem contribuir de forma significativa para a diminuição dos sintomas de burnout e para o aumento do bem-estar dos professores, melhorando, consequentemente, o seu desempenho profissional (e.g., Durlak et al., 2015; Jennings & Greenberg, 2009; Oliveira et al., 2024). O #EntreViagenseAprendizagensparaProfessores: Programa de promoção do bem-estar de professores de 2º e 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário, é uma intervenção constituída por 6 sessões dinâmicas e interativas, semanais, desenvolvidas em grupos de 12-15 professores. Integrado no paradigma das escolas promotoras de saúde (OMS & UNESCO, 2021), o desenvolvimento deste programa dirigido a professores surge na sequência do programa de promoção do bem-estar dirigido a adolescentes desenvolvido pela mesma equipa (Francisco et al., 2023), procurando agora alcançar outros elementos do sistema escolar com um papel determinante nas escolas.
Objetivos
Trata-se de uma ação de formação de curta duração relacionada com o exercício profissional de docente em qualquer domínio, dado focar-se em competências transversais – competências socioemocionais e competências relacionadas com a literacia em saúde e o autocuidado - essenciais para a manutenção do bem-estar dos professores e com impacto no seu desempenho profissional, em particular na qualidade das relações interpessoais estabelecidas com os alunos e todos os elementos do sistema escolar/educativo. Tem a duração de 6 horas e foi desenvolvida por uma doutorada em Psicologia e docente universitária, com base em investigação científica recente, nacional e internacional.
Conteúdos
A ação de formação tem como objetivo geral a promoção do bem-estar dos professores de 2º e 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, através da promoção da literacia em saúde, literacia em saúde mental, das competências socioemocionais e autocuidado e equilíbrio trabalho/vida pessoal, numa perspetiva holística e sistémica. Especificamente, pretende-se promover nos professores: - aumento de competências de literacia em saúde, em particular o reconhecimento do conceito de saúde como multidimensional e do impacto dos estilos de vida no funcionamento individual e profissional; - aumento de competências de literacia em saúde mental, em particular o reconhecimento de sinais stress e sintomas precoces de burnout, ansiedade e depressão, bem como estratégias para lidar com os mesmos; - aumento de competências de autoconhecimento e autorregulação, em particular a identificação de emoções e as estratégias de autorregulação emocional, para aumentar a adaptabilidade em situações de stress agudo; - aumento de competências de escuta ativa e empatia, para melhorar as relações interpessoais e a colaboração no ambiente escolar; - aumento de competências de comunicação e de gestão de conflitos no contexto escolar (e outros); - aumento de reportório do estratégias de equilíbrio trabalho/vida pessoal através da identificação de limites pessoais e da promoção de atividades de autocuidado.
Metodologias
Sessão 1. Literacia em Saúde e estilos de vida saudáveis (relação entre componentes de saúde física, mental e social) Sessão 2. Literacia em Saúde Mental (sinais de stress, ansiedade, depressão, burnout; primeiros socorros emocionais) Sessão 3. Consciência e Regulação Emocional (identificação de emoções, estratégias de autorregulação emocional) Sessão 4. Empatia e Escuta Ativa (treino de competências) Sessão 5. Comunicação Consciente e Gestão de Conflitos (treino de competências) Sessão 6. Autocuidado e Equilíbrio Trabalho - Vida Pessoal (identificação de limites pessoais e estratégias de autocuidado)
Modelo
A ação de formação decorre em regime presencial, em grupos de 12 a 15 professores, preferencialmente, podendo realizar-se vários grupos no mesmo período de acordo com o interesse das escolas e professores. As sessões são semanais, têm a duração de 1 hora (total de 6 horas), e seguem a abordagem SAFE (acrónimo para Sequencial, Ativo, Focado, e Explícito; Durlak et al., 2011). Recorrer-se-á à exposição teórico-prática, à interação contínua entre formadores e formandos e ao debate sobre os conteúdos propostos, em articulação com conhecimentos prévios dos formandos. Recorrer-se-á também a formas ativas de aprendizagem, baseadas em atividades experimentais e participativas (e.g., role-play, debates, exercícios de reflexão individual), no sentido de potenciar o desenvolvimento de competências, bem como a sua aplicação na vida diária dos professores, seja no contexto escolar ou na sua vida privada, pelo que são sugeridas também atividades entre sessões.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 16-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 2 | 23-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 3 | 30-04-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 4 | 07-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 5 | 14-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
| 6 | 21-05-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 17:00 | 1:00 | Presencial |
Ref. 312B4_2026 A decorrer
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135089/25
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 15-04-2026
Fim: 17-06-2026
Regime: Presencial
Local: Centro de Formação Prof. João Soares | Escola Secundária Padre António Vieira
Formador
Ana Patrícia Furtado do Canto
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Plano Nacional das Artes | Centro de Formação Professor João Soares
Enquadramento
No contexto da mais recente investigação científica interdisciplinar sobe a obra de Almada Negreiros foram desenvolvidas múltiplas ferramentas pedagógicas de aplicação acessível e versátil. O que foi feito a partir da obra plástica do referido autor modernista reflectiu-se em múltiplos autores portugueses e internacionais no âmbito do abstraccionismo geométrico. Apresentaremos conteúdos das disciplinas de EV e Matemática que são directamente relacionáveis com uma selecção de obras de vários autores, particularmente significativos neste contexto. As obras serão elencadas com os respectivos conteúdos, bem com as possíveis abordagens pedagógicas em sala de aula.
Objetivos
Incrementar referentes visuais no âmbito da abstracção geométrica, mas também manifestações artísticas. Aprofundar capacidades e estratégias de interpretação da obra de arte. Aprender, criar e partilhar novos recursos e ferramentas pedagógicas para a sala de aula. Apresentar ou reforçar conhecimentos na prática do desenho. Aprofundar capacidades e estratégias pedagógicas. Avaliar os resultados individuais obtidos pela formação.
Conteúdos
EV - 2º ciclo: noções básicas de geometria, com a construção de polígonos regulares, ou a divisão de rectas em partes iguais; a distinção da posição de rectas nos espaço e posição relativa de objectos e as noções de património artístico e cultural; a utilização de materiais de desenho técnico na análise de noções de escala, mas também de ângulos, circunferências tangentes, ovais e arcos. 3º ciclo: reconhecer e representar princípios formais de simetria; perceber a noção de composição em diferentes produções plásticas; decompor um objecto simples, identificando os seus constituintes formais; e desenvolver acções orientadas para a investigação e para actividades de projecto. Matemática - 2º ciclo: casos de igualdade de triângulos, soma dos ângulos internos de um triângulo; polígonos inscritos numa circunferência; isometrias do plano; mediatriz de um segmento de recta. 3º ciclo: teorema de Tales e casos de semelhança de triângulos; teorema de Pitágoras; fórmula fundamental da trigonometria, e razões de ângulos conhecidos. Referentes culturais e artísticos incluem a azulejaria e calçada portuguesa; Almada Negreiros; Jorge Pinheiro, Fernando Lanhas, Artur Rosa, Ângelo de Sousa; Nadir Afonso; José Escada, entre outros; mas também a Arte egípcia; arquitectura gótica; Kazimir Malevich; Joseph Albers; Piet Mondrian; Max Bill; M.C. Escher; Victor Vasarely; Heather Hansen; Richard Lohse; Bart van der Leck; Vladimir Tatlin; Constantin Brancusi; Mario Merz; Olafur Eliasson, entre outros.
Metodologias
Presencial: As sessões serão teórico-práticas. Consistem numa explicação inicial em que o formador contextualiza as obras de arte a abordar, bem como os conteúdos programáticos (de ambas as disciplinas) a relacionar com a obra. Seguem-se os exemplos práticos de como aplicar pedagogicamente os conteúdos às obras em foco: 1) demonstração; 2) experimentação, aplicação e desenvolvimento de recursos pedagógicos; 3) registo individual da metodologia para aplicação com os alunos. Trabalho Autónomo: No final de cada sessão será proposto aos formandos o trabalho autónomo a realizar e esses trabalhos serão apresentados na última sessão. Os formandos são incentivados, através dos vários problemas colocados, a realizarem aprendizagens significativas, com a preocupação de ligação com os contextos e suas vivências profissionais. Esta componente destina-se a: 1. Aprofundamento, pelos formandos, dos conteúdos desenvolvidos nas sessões presenciais, nomeadamente o seu enquadramento nos documentos de referência nacionais, de modo a planificarem atividades diferenciadas. 2. Planificação, implementação e avaliação de atividades com os alunos de natureza disciplinar ou interdisciplinar. 3. Partilha de práticas com o grupo turma. Debate e consensualização de metodologias de implementação e avaliação.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e assiduidade dos formandos em cada uma das sessões efetuadas, tendo como base os seguintes itens de avaliação: Participação; realização das tarefas nas sessões; assiduidade; pontualidade; Trabalhos realizados na ação incluindo a planificação e os materiais didáticos; Reflexão crítica final de acordo com o documento orientador fornecido pelo formador, onde dêem conta da mais-valia desta ação para o seu desenvolvimento profissional e melhoria das práticas. A escala de avaliação é compreendida entre 1 a 10 valores, sendo que a aprovação na oficina de formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas conjuntas da ação.
Bibliografia
AMWELL, Lynn: Mathematics and Art: A cultural history, Princeton: Princeton University Press, 2016.HICKMAN, Miranda B., The Geometry of Modernism, Austin, The University of Texas Press, 2005.PALMEIRIM, Simão (coord. Dossier temático Geometria e Arte): Convocarte nº2, nº3, Lisboa: FBAUL, 2016. 2015.PALMEIRIM, Simão: Art based research: Oscilação, ambivalência e surpresa, Investigação em Artes. A Oscilação dos Métodos, Lisboa: Ed. do Centro de Filosofia da FLUL, 2015.PALMEIRIM, Simão; FREITAS, Pedro (coord.): https://gulbenkian.pt/almada-comecar/
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 27-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 03-06-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
Formador
Mariana Isabel Maruta Grazina
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE das Olaias
Objetivos
No final desta oficina pretende-se que os professores planifiquem, concebam e implementem uma intervenção com os seus alunos de acordo com o seguinte: Compreender aspetos concetuais que caraterizam as metodologias de aprendizagem ativas, como Metodologia de Trabalho de Projeto; Aprendizagem Baseada em Resolução de Problemas; Perspetivas de Aprendizagem por metodologia de “Inquiry”; Descoberta Orientada e/ou Estudos de Caso. Desenvolver a capacidade de intervenção e desenvolvimento de metodologias ativas de aprendizagem, desde a sua conceção, até à sua reflexão e avaliação.
Conteúdos
Sessões presenciais: Sessão 1 (3h) – Objetivos, resultados esperados, aspetos metodológicos, articulação entre as sessões presenciais e autónomas e avaliação da Oficina de Formação. Contextualização da Oficina relativamente às atuais orientações curriculares. Sessão 2 (3h) – Desenvolvimento profissional docente e a organização de metodologias ativas, colaborativas e participativas. Clarificação concetual de Integração Curricular, Transdisciplinaridade e Interdisciplinaridade. Conceção e construção de uma atividade orientada para aprendizagem ativa. (Projeto; Descoberta Guiada; Resolução de Problemas). Sessão 3 (3h) – Clarificação acerca das especificidades metodológicas no desenvolvimento de competências. Seleção e definição de cada uma delas. Aspetos metodológicos comuns a metodologias de aprendizagens ativas. Sessão 4 (3h) – Aspetos metodológicos específicos do pensamento criativo com base na resolução de problemas. Atividade de aplicação de uma modalidade metodológica de desenvolvimento do pensamento crítico e do pensamento criativo. Sessão 5 (3h) – A pertinência da organização de equipas colaborativas de trabalho e de utilização de plataforma de comunicação (TIC). Em grupo, acessível a professores e alunos. A definição de critérios para a formação de equipas de trabalho entre os alunos. Ponto da situação relativa às atividades implementadas em sala de aula – reflexão conjunta. Sessão 6 (4h) – Reflexão em torno das caraterísticas de uma avaliação autêntica das diferentes competências desenvolvidas. Orientações para a construção de dispositivo de avaliação que respeite as caraterísticas de autenticidade, consistência, mobilização, transparência e praticabilidade, ajustado às atividades ativas de aprendizagem. Definição de competências a avaliar. Seleção de descritores e indicadores. Instrumentos de avaliação: Apresentação das caraterísticas de cada um e sua seleção. Sessão 7 (3h) – Análise conjunta das diferentes propostas de dispositivos de avaliação concebidos. Construção de materiais que se adequem à sua aplicação. Planificação da organização da sessão final de demonstração e apuramento de resultados da Oficina de Formação. Sessão 8 (4h) – Apresentação das diversas atividades desenvolvidas, em contexto, pelos formandos. Auto-avaliação e avaliação entre os pares dos resultados da Oficina de Formação.
Metodologias
De acordo com a perspetiva de formação ação – reflexão – ação, as sessões presenciais terão uma articulação com as sessões de trabalho autónomo. As metodologias, como atrás foi referido, terão uma articulação constante entre as sessões presenciais e o trabalho autónomo a desenvolver, procurando sempre a reflexão – ação. Procurar-se-á, sempre que possível, recorrer a trabalho colaborativo, à partilha de práticas e de conhecimentos procurando a pro-atividade dos participantes; dinâmicas de grupo; trabalho orientado; momentos de apresentação dos trabalhos produzidos; reflexão e avaliação formativa; aprofundamento teórico do que se trabalhou e lançamento do trabalho autónomo entre sessões e trabalho individual e em grupo. O trabalho autónomo será desenvolvido a par das sessões presenciais e em articulação com as abordagens efetuadas. Até à sessão 5 os participantes nesta Oficina deverão utilizar 10 horas do trabalho autónomo para planearem a sua própria intervenção com os seus alunos, que será objeto de análise em reflexão conjunta na sessão 5. A reflexão em torno da avaliação dessas atividades e que terão suporte concetual na sessão 6 possibilitará a adequação do dispositivo de avaliação à atividade já planeada, para esta fase prevê-se a utilização de outras 10 horas de trabalho autónomo de modo a permitir reflexão acerca de processos de avaliação ajustados às práticas pedagógicas ativas de aprendizagem. Finalmente após a sessão 7 será necessário concluírem a implementação com os respetivos alunos, de modo a organizarem todas as evidências para a sessão final pelo que serão necessárias pelo menos mais 5 horas de trabalho autónomo.
Avaliação
A avaliação será contínua, individual e em grupo, privilegiando-se o desempenho, participação e integração dos formandos no grupo de formação em cada uma das sessões realizadas. Os formandos serão avaliados em função da estruturação de um portefólio (grupo) e de um relatório de reflexão (individual), que traduza todo o trabalho produzido nas sessões presenciais e não presenciais, tendo em conta a pertinência, adequabilidade dos materiais produzidos, criatividade, organização, atualidade e apresentação. A escala de avaliação é compreendida entre 1 e 10 valores, sendo que a aprovação na Oficina de Formação dependerá da obtenção de classificação igual ou superior a 5 valores e da frequência mínima de 2/3 do total de horas presenciais conjuntas da ação. As percentagens de ponderação serão as que vigoram no centro de formação e aprovadas pela Comissão Pedagógica a aplicar à modalidade de Oficina de Formação.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 11-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 01-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 15-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 29-04-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 19:15 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 06-05-2026 (Quarta-feira) | 16:15 - 20:15 | 4:00 | Presencial |
Formador
Mónica Pacheco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | UNICEF
Enquadramento
O Programa Escolas pelos Direitos da UNICEF visa promover uma cultura escolar baseada no respeito pelos direitos da criança, conforme estabelecido na Convenção sobre os Direitos da Criança. Nesse contexto, a salvaguarda infantil é uma componente essencial para garantir que as escolas sejam ambientes seguros, inclusivos e protetores para todas as crianças.
Objetivos
Objetivo: Capacitar educadores/as e professores/as para integrarem práticas de salvaguarda infantil nas suas atividades diárias, de forma a garantirem a segurança e o bem-estar das crianças nas escolas.
Conteúdos
Conteúdos Programáticos: Os conteúdos programáticos da formação estão alinhados com os princípios da Convenção sobre os Direitos da Criança e com as diretrizes da Política de Salvaguarda da UNICEF, incluindo: 1. Introdução à Salvaguarda Infantil: a. Definição de salvaguarda infantil b. Relação entre salvaguarda e os Direitos da Criança c. Salvaguarda Infantil e Proteção Infantil 2. Práticas de prevenção e promoção de um ambiente escolar seguro: a. O papel do docente na salvaguarda infantil b. A escola enquanto lugar seguro c. 10 Estratégias para criação de espaços seguros a. “Manual de atuação”, enquanto exemplo de um recurso que define, identifica e delineia um modo de agir perante situação de perigo ou risco.
Metodologias
Ação de formação de curta duração de 3 horas, desenvolvida em contexto online (via Plataforma Zoom), recorrendo a metodologias expositivas e participativas.
Modelo
Questionário de satisfação
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | AE Alvalade
Observações
Módulos de formação para os novos docentes/docentes com habilitação própria do AE de Alvalade
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-03-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 22-04-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
Destinatários
500, 510
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 500, 510. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de 500, 510.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Escola Secundária Pedro Nunes | AE de Alavalade
Enquadramento
Um ensino das ciências que se pretenda renovado passa pela valorização da experimentação e da capacitação digital. Assim, é necessário ajudar os professores a utilizarem metodologias ativas, aplicações (Data Logger) e equipamentos tecnológicos (calculadoras gráficas e sensores). Nesta formação pretende-se que os professores aprendam a utilizar sensores e a realizar o tratamento dos dados recolhidos na calculadora gráfica. A experimentação assume, nas aprendizagens essenciais de Física e Química, um papel preponderante na operacionalização dos conhecimentos, capacidades e atitudes. Certas atividades requerem o traçado de gráficos e de retas de ajuste aos dados experimentais, pelo que os alunos (e professores) devem, nesses casos, recorrer à calculadora gráfica. No caso da Matemática, as aprendizagens essenciais que entram em vigor no ano letivo 2024/2025 promovem, nas ações estratégicas de ensino, a recolha de dados para modelação com funções, utilizando sensores, como, por exemplo, a experiência da deslocação de uma bola num plano inclinado, o movimento de um pêndulo ou o movimento de um corpo ligado a uma mola.
Objetivos
Conhecer as funcionalidades da calculadora gráfica e da aplicação Data Logger. Utilizar um sistema de recolha de dados (CLAB e sensores) durante a realização de atividades experimentais, indicadas nas aprendizagens essenciais, de Física e Química A dos 10.º e 11.º anos. Promover a recolha de dados com sensores, na disciplina de matemática, para modelação com funções. Usar os dados recolhidos com sensores e utilizar funções (polinomiais, exponenciais, logarítmicas, trigonométricas) para modelar situações reais, como por exemplo: movimento de um pêndulo, deslocação de uma bola num plano inclinado, movimento de um corpo ligado a uma mola, etc. Realizar o tratamento estatístico e a representação gráfica dos dados recolhidos e a partir destes obter conclusões. Elaborar protocolos para os alunos de acordo com as aprendizagens essenciais e as especificações dos equipamentos. Partilhar materiais, estratégias e experiências inovadoras que possam ser úteis aos professores dos grupos 500 e 510.
Conteúdos
O número total de horas é 25, distribuídas por 5 sessões presenciais (16 horas), 1 assíncrona (6 horas) e 1 síncrona (3 horas). Os conteúdos da ação, para os formandos do grupo 510, estão centrados nas atividades experimentais, indicadas nas aprendizagens essenciais, de Física e Química A dos 10.º e 11.º anos. A lista de atividades é a seguinte: - Movimento num plano inclinado: variação da energia cinética e distância percorrida; - Movimento vertical de queda e ressalto de uma bola; - Características de uma pilha; - Radiação e potência elétrica de um painel fotovoltaico; - Capacidade térmica mássica; - Balanço energético num sistema termodinâmico; - Queda livre: força gravítica e aceleração da gravidade; - Forças nos movimentos retilíneos acelerado e uniforme; - Movimento uniformemente variado: velocidade e deslocamento; - Características do som; - Velocidade de propagação do som; - Absorção, reflexão, refração e reflexão total; - Titulação ácido-base. Os conteúdos da ação, para os formandos do grupo 500, estão centrados nos subtemas Aprofundamento do estudo de Funções com trabalho de projeto do 10.º ano, funções trigonométricas e fenómenos periódicos do 11.º ano. Para o efeito serão modeladas, pelo menos, a seguinte lista de situações: - Movimento de um pêndulo; - Deslocação de uma bola num plano inclinado; - Movimento de um corpo ligado a uma mola; - Movimento de um carrinho telecomandado; - Movimento de uma pessoa; - Variação da iluminância com a distância à fonte luminosa; - Temperatura de uma massa de água quando lhe é adicionada outra massa de água a temperatura diferente; - Onda sonoras produzidas por diapasões. De acordo com os interesses dos formandos do grupo 500 e 510 e do material disponível, poderão ser exploradas outras situações, no entanto serão exploradas pelo menos 50% das atividades/situações referidas. Sessão 1: 3,5 horas (presencial) Apresentação e exploração da aplicação que permite a recolha de dados experimentais (Data Logger). Ligação da calculadora e dos sensores ao CLAB. Utilização dos sensores em ambiente experimental. Realização de uma atividade experimental (grupo 510) e de uma atividade de modelação (grupo 500) orientada pelo formador. Sessão 2: 2,5 horas (presencial) Realização, por cada grupo de formandos, de pelo menos duas atividades/situações da lista. Sessão 3: 3,5 horas (presencial) Exploração do ScreenReceiver. Tratamento dos dados. Exportação de dados para o menu da estatística. Sessão 4: 2,5 horas (presencial) Realização, em cada grupo de formandos, de atividades/situações da lista. Tratamento dos dados. Recolha de dados da tarefa a avaliar. Sessão 5: 6 horas (assíncrona) Tratamento dos dados, conclusões e sugestões da tarefa a avaliar. Realização do protocolo para o aluno. Sessão 6: 4 horas (presencial) Esclarecimento de dúvidas. Tratamento dos dados, conclusões e sugestões da tarefa a avaliar. Realização do protocolo para o aluno. Sessão 7: 3 horas (síncrona) Apresentação dos trabalhos.
Metodologias
Na primeira sessão haverá um momento teórico onde se fornecerão instruções sobre o funcionamento da calculadora, da aplicação Data Logger, do CLAB e dos sensores. Na segunda sessão, os formandos aplicam os conhecimentos adquiridos na sessão anterior na exploração de pelo menos duas atividades experimentais e/ou de modelação. As restantes sessões presenciais serão práticas onde os formandos terão oportunidade de explorar e utilizar o ScreenReceiver, efetuar tratamento de dados, exportar dados para o menu da estatística, etc. A turma será dividida em pequenos grupos de trabalho. Assincronamente, os formandos desenvolvem um protocolo, para os alunos, de uma atividade. Devem também apresentar a recolha e tratamento de dados, análise e conclusões. Na penúltima sessão (presencial) esclarecem-se dúvidas e terminam o protocolo da atividade. Na última sessão (síncrona) os formandos apresentam o trabalho final (protocolo da atividade), realizado assincronamente e na penúltima sessão.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final elaborado pelos formandos. Será avaliado o envolvimento ativo dos formandos na participação do trabalho individual e em grupo, na elaboração de materiais e na participação nos momentos de discussão coletiva. Os formandos apresentarão um trabalho de produção, aplicação e reflexão crítica de uma atividade integrada nos conteúdos desta ação. No final da formação, cada formando deverá ainda entregar uma breve reflexão escrita e uma identificação de necessidades futuras de formação e/ou projetos a desenvolver.
Bibliografia
Teixeira, J. & Dias, A. (2022). Atividades práticas e laboratoriais: aquisição e tratamento de dados com a calculadora gráfica. Lisboa: CASIO Portugal. https://casio-calculadoras.com/livro-fqTeixeira, J. & Soares, A. (2021). Atividades experimentais e resolução de problemas com calculadora gráfica: ensino remoto de Física. In F. Teixeira, F. Paixão, A. Frias, S. Silveira, D. Vaz & J. Morgado (Coord.), Educação em ciências: interações e desafios (pp. 52-55). Escola Superior de Educação de Coimbra.Kedzierska, E. & Salinci, L. (2021). Data logger App Users Guide ver. 2.0. Amsterdam: CMA.DGE (2023). Aprendizagens essenciais: Matemática A (10.º e 11.º ano). Direção Geral de Educação, Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/noticias/homologacao-das-novas-aprendizagens-essenciais-de-matematica-para-o-ensino-secundarioDGE (2018). Aprendizagens essenciais: Física e Química A (10.º e 11.º ano). Direção Geral de Educação, Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/fisica-e-quimica-0
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-03-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 18:00 | 3:30 | Presencial |
Formador
Diana Manuela de Gusmão Nogueira Vieira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial Professores de Música/Ensino Artístico;
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | Escola de Ballet do Porto | Rua José Augusto de Castro, S/N, 4150-002 Porto
Enquadramento
A formação tem uma componente teórica e uma componente prática. Na parte teórica, abordam-se os fundamentos, princípios e aplicação pedagógica da barra de chão, incluindo esclarecimentos e conselhos que se refletem na prática. Na componente prática, é realizada a demonstração e aplicação de um plano de treino com um objetivo específico, permitindo aos formandos compreender e experimentar a metodologia. A ação é inspirada no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”, da autora Diana Gusmão Vieira, e visa prover os participantes de competências para compreender a abordagem e aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada.
Objetivos
Compreender a abordagem proposta no livro “Barra de Chão – Uma Nova Abordagem”; Aplicar os princípios da barra de chão de forma estruturada e adaptada ao contexto pedagógico; Reconhecer a importância do diagnóstico postural e do en dehors na prática da dança; Desenvolver competências para planificar e estruturar aulas de barra de chão com base em objetivos específicos; Promover práticas seguras e conscientes no ensino artístico vocacional.
Conteúdos
Fundamentos e princípios da barra de chão; Aplicação pedagógica e metodológica; Diagnóstico postural e análise do en dehors; Planeamento e prescrição de treino em contexto de aula; Demonstração prática de um plano de treino com objetivo específico; Estratégias de observação e correção em contexto educativo.
Metodologias
Exposição teórica com apoio audiovisual; Demonstração prática e experimentação corporal; Discussão orientada e partilha de experiências entre formandos; Análise de casos e construção de planos de treino exemplificativos.
Modelo
A avaliação será contínua e qualitativa, baseada na participação ativa, envolvimento nas atividades práticas e capacidade de reflexão sobre os conteúdos apresentados. Critérios: Assiduidade e pontualidade; Participação nas discussões e exercícios práticos.
Formador
Pedro Miguel Marques da Costa
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares
Enquadramento
A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do sucesso escolar. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao nível do currículo, assumindo um dos seus princípios orientadores: a afirmação da avaliação das aprendizagens como parte integrante da gestão do currículo enquanto instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens. Refere ainda o caráter formativo da avaliação pedagógica como um dos pilares da melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem. Importa, pois, que os professores consolidem estas mudanças de modo contextualizado e que aprofundem competências e conhecimentos inerentes ao processo de avaliação das aprendizagens, nomeadamente, através de desenvolvimento de projetos pedagógicos e didáticos em torno de práticas de avaliação formativa, feedback e participação, critérios de avaliação e processos de recolha de informação. Deste modo, visa-se capacitar e apoiar os docentes para a construção dos recursos inovadores necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos, promovendo-se ainda a implementação e análise dos mesmos, tendo em vista o seu aperfeiçoamento ou reformulação.
Objetivos
- Contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos no domínio da avaliação, em geral, e da avaliação pedagógica, em particular, congruentes com o real conteúdo das orientações constantes nos documentos legais; - Promover práticas de trabalho colaborativo e cooperativo na construção e desenvolvimento de projetos de avaliação pedagógica em contexto de sala de aula; - Elaborar recursos educativos de suporte ao desenvolvimento dos projetos de avaliação pedagógica; - Permitir a troca de materiais e experiências, o esclarecimento de dúvidas e a geração de ideias e projetos de natureza pedagógica e didática; - Incrementar práticas de formação de natureza investigativa que confiram competências aos professores para lidar com a mudança e a inovação no âmbito da avaliação pedagógica.
Conteúdos
1. Enquadramento curricular: documentos de referência 3 horas; 2. Natureza e Fundamentos da Avaliação - 1 hora; 3. Avaliação formativa e avaliação sumativa - 4 horas; 4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores- 4 horas; 5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. - 4 horas; 6. Processos de recolha de informação - 4 horas; 7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina - 5 horas.
Metodologias
Presencial: No âmbito das sessões presenciais, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo pretende-se que seja realizado em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.
Avaliação
De acordo com o RJFCP Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro - e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.
Bibliografia
Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia.Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia.Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas. J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988]Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-01-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 03-02-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 10-02-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 4 | 19-02-2026 (Quinta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 24-02-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 6 | 03-03-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 10-03-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 31-03-2026 (Terça-feira) | 16:00 - 20:00 | 4:00 | Presencial |