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Oferta Formativa

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Legislação

Consulte a legislação em vigor.

DIVULGAÇÃO

395

Democracity: da simulação à participação real
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Fundação Calouste Gulbenkian

A MyPolis, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, tem o prazer de convidar V. Exas. para o Dia Democracity, que terá lugar no próximo dia 19 de maio, entre as 9h15 e as 12h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O encontro dirige-se a profissionais da área da educação, nomeadamente de ...
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Ref. 351ACD_31_2026 Inscrições abertas até 18-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_31_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 19-05-2026

Fim: 19-05-2026

Regime: Presencial

Local: Fundação Calouste Gulbenkian

Formador

Bernardo Branco Gonçalves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

My Polis | Centro de Formação professor João Soares

Enquadramento

A MyPolis, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, tem o prazer de convidar V. Exas. para o Dia Democracity, que terá lugar no próximo dia 19 de maio, entre as 9h15 e as 12h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. O encontro dirige-se a profissionais da área da educação, nomeadamente de escolas, municípios e organizações, interessados em conhecer e explorar o Democracity, um recurso pedagógico prático e inovador que promove a literacia democrática junto dos jovens, através de metodologias participativas e experiências imersivas de tomada de decisão.

Conteúdos

O programa incluirá momentos de apresentação, partilha de experiências e discussão sobre a aplicação do jogo Democracity em diferentes contextos educativos, bem como o painel: “Democracity: da simulação à participação real”, com a participação de Bernardo Gonçalves, fundador e diretor da MyPolis, Maria Inácia Rezola, historiadora, professora e Comissária dos 50 anos do 25 de Abril, e Hugo Ferrinho Lopes, professor auxiliar convidado no Iscte e na EEG-UMinho.

Metodologias

Esta manhã será dedicada à reflexão e ao diálogo em torno da educação para a cidadania e da participação democrática.


Observações

Agradecemos, caso seja do vosso interesse, a confirmação da presença através do seguinte formulário: https://forms.gle/2h9sKBm59L7J2kiF7

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-05-2026 (Terça-feira) 09:15 - 12:30 3:15 Presencial

INSCREVER-ME
396

Democracity: da simulação à participação real
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Fundação Calouste Gulbenkian


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Ref. 352ACD_31b_2026 Inscrições abertas até 18-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_31B_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 19-05-2026

Fim: 19-05-2026

Regime: Presencial

Local: Fundação Calouste Gulbenkian

Formador

Bernardo Branco Gonçalves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

My Polis | Centro de Formação professor João Soares


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-05-2026 (Terça-feira) 09:15 - 12:30 3:15 Presencial

INSCREVER-ME
376

Escola Inclusiva na construção de projetos de vida: Transição para a vida escolar - o PIT como instrumento de trabalho
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

AE de Alvalade
Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE


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Ref. 327ACD_19_2026 Inscrições abertas até 18-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_19_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 20-05-2026

Fim: 20-05-2026

Regime: Presencial

Local: AE de Alvalade

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Exclusivo para formandos dos Agrupamentos associados ao CFAE

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Professor João Soares

Objetivos

Aprofundar o conhecimento e fomentar o desenvolvimento de práticas eficazes na construção e implementação do PIT Promover a melhor compreensão do seu enquadramento legal,


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 20-05-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
398

5.º Encontro de Educação Não Formal
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

MUDE - Museu do Design


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Ref. 354ACD_32_2026 Inscrições abertas até 19-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_32_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 21-05-2026

Fim: 21-05-2026

Regime: Presencial

Local: MUDE - Museu do Design

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Câmara Municipal de Lisboa | Centro de Formação Professor João Soares



INSCREVER-ME

TransforMATCHion
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

ACD

 

6.0 horas

 

Presencial

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Agrupamento de Escolas Gil Vicente


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Ref. 355ACD_33_2026 Inscrições abertas até 19-06-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD_33_2026

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6.0 horas

Início: 23-06-2026

Fim: 24-06-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas Gil Vicente

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação Professor João Soares | Agrupamento de Escolas Gil Vicente


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 23-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial
2 24-06-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 13:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
393

Histórias difíceis, legados difíceis Como ensinar e falar sobre escravatura e comércio transatlântico de escravizados
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Curso

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420

Fundação Calouste Gulbenkian

Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O ...
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Ref. 344B6_2026 Inscrições abertas até 26-06-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 30.0 horas

Início: 29-06-2026

Fim: 03-07-2026

Regime: Presencial

Local: Fundação Calouste Gulbenkian

Formador

Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro

Ines Brandao

Susana Gomes da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares

Enquadramento

Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural – vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] – os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.

Objetivos

• Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. • Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. • Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. • Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). • Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. • Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.

Conteúdos

CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.

Metodologias

Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados.  Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.

Bibliografia

Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.


Observações

Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço

1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 01-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 02-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 03-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-06-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
2 30-06-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
3 01-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
4 02-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
5 03-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
6 03-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial

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394

Histórias difíceis, legados difíceis Como ensinar e falar sobre escravatura e comércio transatlântico de escravizados
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;

Curso

 

30.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420

Fundação Calouste Gulbenkian

Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O ...
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Ref. 344B7_2026 Inscrições abertas até 30-06-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-127029/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 30.0 horas

Início: 06-07-2026

Fim: 10-07-2026

Regime: Presencial

Local: Fundação Calouste Gulbenkian

Formador

Ines Brandao

Raquel Sofia Rodrigues Rosa Machaqueiro

Susana Gomes da Silva

Destinatários

Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 200, 400 e 420.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Fundação Calouste Gulbenkian | CFAE Prof. João Soares

Enquadramento

Nota: inscrição prévia terá de ser feita na Fundação (através do seguinte link): https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ A complexa história da escravatura e os seus legados no presente continuam ausentes dos programas escolares. O comércio de escravos é introduzido enquanto mera parte de um comércio triangular no qual as pessoas escravizadas eram equiparadas a mercadorias. Apesar da sociedade portuguesa apresentar um problema de racismo estrutural – vide Memo UE Março 2021 [CommDH(2021)4] – os discursos públicos continuam a reproduzir a ideia de que não há racismo em Portugal. Esta formação expõe os professores a metodologias mais inclusivas, equitativas e representativas, para um melhor envolvimento dos alunos. Terá ainda uma componente pública, com a organização de duas conferências proferidas por académicos portugueses, brasileiros e norte-americanos.

Objetivos

• Compreender a importância e influência do comércio transatlântico de escravos na formação de determinados eventos históricos nacionais e globais. • Compreender os legados da escravatura na sociedade portuguesa. • Compreender o significado de racismo estrutural e suas consequências. • Desenvolver abordagens pedagógicas para abordar o tema promovendo um melhor entendimento da complexidade desta história, e seus impactos em diversos domínios da sociedade (economia, política, cultura, etc.). • Fornecer recursos e fontes para o desenvolvimento futuro de instrumentos pedagógicos para a abordagem deste tema. • Desenvolver instrumentos pedagógicos para abordar o tema de forma inclusiva, representativa, equitativa, e com significado ético e histórico.

Conteúdos

CONTEÚDOS Tendo como base a experiência das formadoras e académicos norte-americanos, brasileiros e portugueses especialistas no ensino da história da escravatura, esta formação expõe os professores a esta história difícil e a um conjunto diverso de fontes a partir das quais poderão desenvolver novas abordagens pedagógicas e instrumentos de aprendizagem para utilizar na sala de aula. 1. O que é património e identidade, como se forjam memórias (e amnésias coletivas). 2. Como (não) se fala de escravatura e de tráfico de escravizados em Portugal. Mitos da historiografia pública portuguesa: omissões, erros, distorções, continuidades coloniais. Razões para a reprodução e persistência destes mitos na memória coletiva e discurso identitário português. Importância de um plano curricular inclusivo: o que falta fazer. 3. O ensino da história e materiais escolares: perspetiva crítica. Os oradores apresentarão a sua perspetiva sobre este tema e partilharão as suas experiências relativamente a métodos e abordagens pedagógicas. 4. Como contar uma história difícil na sala de aula: metodologias e uso da linguagem. Humanização da história através da utilização de micro-histórias de resistência e liberdade (insubmissão, revoltas, sabotagens, reapropriação simbólica, reconstrução de cosmologias). Exemplos de micro-histórias presentes em fontes primárias e secundárias, e desenvolvidos através da pesquisa realizada pelo Slave Wrecks Project em Portugal, Moçambique, África do Sul, Brasil e EUA. 5. Ensino da história da escravatura e do tráfico de escravizados: perspetiva comparativa. Os oradores convidados apresentarão aspetos da sua experiência profissional no ensino da história da escravatura em Portugal, nos EUA e no Brasil, e partilharão algumas das metodologias usadas no seu trabalho pedagógico e de pesquisa. 6. Coleções difíceis e descolonização museológica: a sala de aula no CAM – Centro de Arte Moderna Gulbenkian e na Coleção Gulbenkian. No Museu Nacional de História Natural e Ciência da Universidade de Lisboa, onde os formandos contactam com algumas coleções coloniais, e abordam as questões éticas inerentes à curadoria destas peças (incluindo a decisão de mostrar ou não mostrar ao público). 7. Exercícios de grupo: criação de instrumentos pedagógicos para serem utilizados na sala de aula a partir de guiões. Discussão de estratégias e métodos de abordagem e de criação.

Metodologias

Exposição dos conteúdos de forma teórica e prática, com recurso a textos de apoio e materiais audiovisuais. Workshops de leitura promovendo o diálogo participativo, a reflexão e análise crítica dos materiais de leitura, incluindo fontes primárias e secundárias. Apresentação de casos de estudo com base no trabalho de investigação desenvolvido pelo Slave Wrecks Project e seus parceiros internacionais, bem como pelas equipas educativas do Museu Gulbenkian, do Centro de Arte Moderna e de curadoria do MUHNAC e do Museu de Lisboa. Debate e discussão conjunta dos materiais e conteúdos apresentados. Experimentação de métodos e abordagens: estratégias de humanização e materialização, e criação colaborativa de instrumentos pedagógicos concretos para usar na sala de aula. Cada formação terminará com uma conversa aberta ao público, na qual participarão os académicos convidados.  Mais informações, por favor consultar https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico (Storymap, video, podcast ou outro) para ser usado em sala de aula, e construído a partir de um dos guiões fornecidos no início da formação e explorados durante a mesma. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação. Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação dos formandos é contínua, assente na sua participação durante todas as ações da formação. Adicionalmente, os formandos desenvolverão em grupo, um instrumento pedagógico para ser usado em sala de aula. Este instrumento será avaliado de acordo com critérios de inclusividade, equidade, representatividade e linguagem utilizada, bem como de acordo com os conceitos e conteúdos analisados durante a formação. Os grupos de formandos terão oportunidade de realizar um encontro por videochamada com um dos formadores após o curso para discutir estratégias de criação do instrumento pedagógico e solicitar orientação.

Bibliografia

Caldeira, Arlindo M. 2017. Escravos em Portugal: Das Origens ao Século XIX. Lisboa: Esfera dos Livros.Caldeira, Arlindo M. 2024. O Apelo da Liberdade: Resistência dos Africanos à Escravidão nas Áreas de Influência Portuguesa. Lisboa: Casa das Letras.Capela, José. 2012. Conde de Ferreira & Cª: Traficantes de Escravos. Porto: Afrontamento.Henriques, Isabel Castro. 2021. Guia Histórico para uma Lisboa Africana: do Século XV ao Século XXI. Lisboa: Edições Colibri.Rediker, Marcus. [2007] 2023. O Navio Negreiro: Uma História Humana. Lisboa: Editora Desassossego.


Observações

Inscrição Prévia na Fundação: https://gulbenkian.pt/agenda/historias-dificeis-legados-dificeis-como-ensinar-e-falar-sobre-escravatura/ Equipa de formadores: Raquel Machaqueiro Lucimar Felisberto dos Santos Aurora Almada e Santos Marta Araújo Cristina Roldão Orlando Serrano Inês Brandão Susana Gomes da Silva Marta C. Lourenço

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão 1 06-07-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 2 07-07-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 3 08-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 4 09-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 5 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial 6 10-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 – 20:00 2:00 Presencial

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-07-2026 (Segunda-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
2 07-07-2026 (Terça-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
3 08-07-2026 (Quarta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
4 09-07-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
5 10-07-2026 (Sexta-feira) 10:00 - 17:00 7:00 Presencial
6 10-07-2026 (Sexta-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Presencial

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