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DIVULGAÇÃO
O Projeto Cultural de Escola
Educadores de Infância; Professores de todos os grupos de recrutamento;
Oficina
30,0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
O Plano Nacional das Artes (PNA) está a implementar uma estratégia de democracia cultural em que as escolas se assumem como polos culturais, promovendo uma transformação social através do poder educativo das artes e do património na vida dos cidadãos.
Propõe-se a transformação de práticas educativas e ...
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Ref. 372A_8_2026 Inscrições abertas até 30 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140321/26
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)
Início: 4 de Novembro de 2026
Fim: 9 de Dezembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária Padre António Vieira
Formador
Sara Maria Durães Gartner Velasco
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares / PNA
Enquadramento
O Plano Nacional das Artes (PNA) está a implementar uma estratégia de democracia cultural em que as escolas se assumem como polos culturais, promovendo uma transformação social através do poder educativo das artes e do património na vida dos cidadãos. Propõe-se a transformação de práticas educativas e defende-se a cultura como mediação e as artes como parte estruturante da vida. No eixo estratégico educação e acesso propõe-se um conjunto de medidas para as escolas que pressupõem a mobilização das comunidades num compromisso cultural que visa a aprendizagem significativa, dá-se prioridade às práticas artísticas inclusivas e colaborativas que privilegiam a escuta ativa, as múltiplas linguagens e expressões artísticas, contando com a participação de todos e reconhecendo as diversidades como fatores que estimulam a criatividade e a interculturalidade, facilitando uma gestão do currículo transdisciplinar e o desenvolvimento do PASEO. No âmbito do Eixo C da estratégia do PNA, o Programa Indisciplinar da Escola prevê que cada AE/ENA implemente um Projeto Cultural de Escola (PCE). O PCE tem como ponto de partida que cultura é educação e é cidadania. A sua elaboração começa com a formulação de um desejo, uma necessidade ou um problema que, no respetivo território/comunidade, faça sentido desenvolver, recorrendo às Artes, às Culturas e aos Patrimónios para o concretizar com as pessoas. A operacionalização do PCE deve basear-se em metodologias ativas, envolvendo professores de todas as disciplinas, que mediante o trabalho projeto, em que todos são coprodutores e atuam coletivamente em prol das culturas, das artes, dos territórios e das entidades que os habitam, contextualizadamente, com uma gestão curricular transdisciplinar.
Objetivos
I. Refletir sobre o poder das artes, do património e da cultura na vida dos cidadãos e nas comunidades educativas, em particular; II. Identificar o PNA enquanto agente de transformação social e promotor do acesso à cultura para todos e com todos; III. Reconhecer o efeito transdisciplinar/indisciplinar das artes e do património na gestão curricular; IV. Sensibilizar para a relevância do Projeto Cultural de Escola (PCE) enquanto instrumento de concretização do Projeto Educativo do Agrupamento; V. Apresentar o PCE como uma metodologia de projeto que visa a conceção e realização de uma programação cultural e artística, participativa, transdisciplinar, integradora e sustentável; VI. Explorar a metodologia de projeto na conceção do PCE: porquê?; para quê?; o quê?; para/com quem?; quando e onde?. VII. Identificar etapas de conceção e construção de um PCE; VIII. Desenvolver técnicas de trabalho colaborativo na conceção do PCE; IX. Reconhecer a importância do diagnóstico inicial e do mapeamento cultural do território; X. Mobilizar os agentes educativos na gestão da mudança de práticas.
Conteúdos
Projeto Cultural de Escola: diagnóstico inicial, o mapeamento cultural do território e conceção do PCE. 1 - PNA - Afinal, o que quer o PNA? Visão, missão, premissas e prioridades estratégicas; - Medidas que integram o Programa Indisciplinar a Escola; 2 - Porquê e como transformar a Escola em Polo Cultural e a Comunidade em Território Educativo? - Mapeamento cultural do território - Ex-tituições culturais - Estratégias de trabalho colaborativo 3 - Conceção do PCE: metodologia de projeto. - Etapas do PCE - Metodologias ativas - Trabalho colaborativo - Gestão da mudança 4 - Como pode um Projeto Cultural de Escola promover a transversalidade curricular e a colaboração na escola e com os parceiros externos? 5 - Democracia Cultural e Cidadania Cultural
Metodologias
Presencial: A partir das várias questões que estruturam as sessões desafiam-se os formandos a refletir e debater conceitos, estratégias, dúvidas e experiências, numa construção partilhada de saberes à medida que constroem um diário de bordo onde são estabelecidas as ligações entre os conceitos abordados. As sessões terão um carácter eminentemente prático e participativo. Durante as mesmas, para além dos enquadramentos teóricos e exemplos de práticas relativos a PCE em desenvolvimento, serão trabalhadas, em práticas simuladas, atividades lúdicas e criativas, com recurso a dinâmicas de grupo e jogos pedagógicos. Pretende-se, igualmente, que os formandos possam preparar, criar, experimentar e debater instrumentos de interpretação adaptados ao seu contexto profissional, a aplicar nas sessões de trabalho autónomo. Trabalho Autónomo: Nos momentos de trabalho autónomo pretende-se que os formandos procedam à preparação, criação e experimentação no seu contexto escolar dos instrumentos de interpretação cultural adaptados ao seu contexto profissional, que servirão de suporte à construção do diário de bordo.
Avaliação
Para efeitos de avaliação dos formandos aplicar-se-á a legislação em vigor. Será solicitado aos formandos a apresentação de um diário de bordo com os trabalhos desenvolvidos nas sessões, tanto presenciais como autónomas, assim como no seu contexto escolar, acompanhados de um relatório descritivo e justificativo dos mesmos.
Bibliografia
- Plano Estratégico do PNA- Carta do Porto Santo- Laborinho Lúcio, Álvaro, Educação, Arte e Cidadania Paredes : Temas & Lemas 2008- Ensaios entre Arte e Educação( 2017), Gulbenkian Descobrir, Edição Maria de Assis, Elisabete Xavier Gomes, Judith Silva Pereira e Ana Luísa Oliveira Pires- Morsch, Carnem, Numa encruzilhada de quarto discursos. Mediação e Educação na documenta 12: entre afirmação, Reprodução, Desconstrução e Transformação (2016).
Observações
Destinada a docentes das equipas PCE do AE/ENA onde desempenha funções
Destinada a docentes das equipas PCE do AE/ENA onde desempenha funções
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
| 3 | 09-12-2026 (Quarta-feira) | 14:30 - 19:30 | 5:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Ref. 401ACD_73_2026 Inscrições abertas até 4 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_72_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 6 de Novembro de 2026
Fim: 6 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Porto
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | My Polis
INSCREVER-ME
Ref. 401ACD_74_2026 Inscrições abertas até 20 de Novembro de 2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD_72_2026
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3,0 horas
Início: 24 de Novembro de 2026
Fim: 24 de Novembro de 2026
Regime: Presencial
Local: Évora
Formador
Bernardo Branco Gonçalves
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação Professor João Soares | My Polis
INSCREVER-ME
Notícia
O Centro de Formação Prof. João Soares tem a honra de receber, dia 21 de maio de 2026, na Escola sede do CFAE, e no âmbito de uma missão de serviço a Portugal, uma distinta Delegação do Ministério da Educação e do INFORDEPE de Timor-Leste, constituída por representantes governamentais, dirigentes institucionais e responsáveis técnicos ligados à formação de professores e ao desenvolvimento do sistema educativo timorense.
A iniciativa contra com a presença da Agência para a Gestão do Sistema Educativo